Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

1492 - A Conquista do Paraíso

          Vinte anos da vida de Colombo, desde quando se convenceu de que o mundo era redondo, passando pelo empenho em conseguir apoio financeiro da Coroa Espanhola para sua expedição, o descobrimento em si da América, o desastroso comportamento que os europeus tiveram com os habitantes do Novo Mundo e a luta de Colombo para colonizar um continente que ele descobriu por acaso, além de sua decadência na velhice.

Elenco: Gérard Depardieu (Cristóvão Colombo)
Armand Assante (Sanchez)
Sigourney Weaver (Rainha Isabel)
Loren Dean (Fernando)
Ángela Molina (Beatrix)
Fernando Rey (Marchena)
Michael Wincott (Moxica)
Tchéky Karyo (Pinzon)
Kevin Dunn (Capitão Mendez)
Frank Langella (Santangel)
Mark Margolis (Bobadilla)
Kario Salem (Arojaz)
Billy L. Sullivan (Fernando - 10 anos)
Arnold Vosloo (Guevara)

         Um dos grandes desejos da humanidade sempre foi o de transpor barreiras, principalmente aquelas que pareciam fadadas a perdurar, a existir para sempre, impossíveis de serem derrubadas. Quando as cidades italianas dominavam o Mar Mediterrâneo, entre o final da Idade Média e o início da modernidade, e de forma inclemente impediam as demais nações européias em formação de trafegar por essa região, parecia aos homens de então que superar os medos, os mitos, as distâncias e o poder dos árabes (e de seus aliados italianos) era algo tão distante e inatingível quanto chegar a Lua.
          O que os fazia superar todas as dificuldades era o ardente desejo de atingir as fontes das tão badaladas especiarias (cravo, canela, gengibre, pimenta do reino, noz moscada,...) e, dessa forma, garantir para seus próprios reinos, fortunas incalculáveis provenientes do comércio desses produtos em terras européias.
          Portugueses, espanhóis, ingleses e franceses não tinham idéia de como seu empenho iria mudar a face do planeta. A América era ainda uma terra desconhecida, povoada por diversos grupos indígenas, alguns dos quais vivendo em níveis civilizacionais muito evoluídos (como os Astecas ou os Incas), outros (entre os quais se incluem os grupos que viviam no Brasil), segundo relatos dos próprios europeus que aqui chegaram no início do século XVI, pareciam viver no Paraíso Terrestre (o Éden).
          A envergadura de tão grandiosa conquista ganhou em 1992, em virtude da comemoração mundial em torno dos 500 anos do "descobrimento" da América, um filme da autoria do diretor inglês Ridley Scott (responsável por filmes cultuados como "Os Duelistas", "Blade Runner" e "Gladiador").


Postado por: Débora Silva Ramos

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Auto da Compadecida


Auto da Compadecida é uma peça teatral em forma de auto, em três atos escrita e em 1955 pelo autor brasileiro Ariano Suassuna. Sua primeira encenação foi em 1956, em Recife, Pernambuco. Posteriormente houve nova encenação em 1972, com direção de João Cândido.
É um drama do Nordeste do Brasil. Insere elementos da tradição da literatura de cordel,de gênero comédia apresenta traços do barroco católico brasileiro, mistura cultura popular e tradição religiosa. Apresenta na escrita traços de linguagem oral por demonstrar na fala do personagem sua classe social, apresenta também regionalismos pelo fato de a história se passar no nordeste e o autor ter nascido lá.
Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962, por Sábato Magaldi "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro".

Foi apresentada em 1999 na Rede Globo de televisão como minissérie, O Auto da Compadecida (em que há um acréscimo do artigo "o" antes do nome original). Na adaptação feita para o cinema em 2000 também chamada O Auto da Compadecida, aparecem alguns personagens como o Cabo Setenta, Rosinha e Vicentão. Eles não fazem parte da peça original, e sim de A Incoveniência de Ter Coragem, também de Ariano Suassuna.


Postado por: Débora Silva Ramos

Em Breve: O Palhaço de Selton Mello

      Em seu segundo filme, Selton Mello vai dirigir e atuar. Ele interpreta o personagem principal de "O palhaço" ao lado do veterano Paulo José, que interpreta seu pai.
      Em coletiva no Polo de Cinema de Paulínia, onde ocorrem as filmagens, ele afirma que saiu da depressão com o novo trabalho. "A ideia de fazer o filme é pessoal, veio da crise que vivi. Estava em dúvida quanto a minha profissão."

      Selton pensou em outros atores para o personagem principal, o palhaço Pangaré, mas no final acabou aceitando o desafio de se dirigir. "Como ator, trabalho com o diretor mais rigoroso que conheço: eu mesmo."

      A história gira em torno da crise existencial vivida por Pangaré, que questiona o ofício de palhaço ensinado por seu pai, o Puro Sangue (Paulo José) e sonha em ter um CPF e um endereço fixo. O filme está previsto para ter estréia em maio de 2011.


Postado por: Débora Silva Ramos

terça-feira, 1 de março de 2011

102 filmes baseados na Literatura Brasileira

  1.  A Cartomante (2004) (baseado no conto de Machado de Assis)
  2. A Causa Secreta (1994) (adaptação do conto homônimo de Machado de Assis)
  3. A Dama da Lotação (1978) (da peça de Nelson Rodrigues)
  4. A Estrela Sobe (1974) (do livro homônimo de Marques Rebelo)
  5. A Falecida (1965) (baseado na peça de Nelson Rodrigues)
  6. A Hora da Estrela (1985) (do livro de Clarice Lispector)
  7. A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1965) (bas. na obra de João Guimarães Rosa)
  8. A Madona de Cedro (1968) (baseado no livro de Antônio Callado)
  9. A Máquina (baseado no livro homônimo de Adriana Falcão)
  10. A Marvada Carne (1985) (da obra de Carlos Alberto Sofredini)
               Como se pode ver, neste post só foram listados dez filmes, os outros se encontram aqui.

Postado por: Filipe Burity Dias